Lembra do buraco da Marginal Pinheiros, em São Paulo, resultado de engenharia civil de ponta e muito planejamento? Já pensou se existisse um buraco DEZESSETE vezes maior?
Pois é, ele existe. O gigantesco buraco é uma mina de extração de diamantes em Mirna, na Sibéria Central (Rússia). Hoje ele possui 525 metros de profundidade e seu diâmetro é de 1,25 km.
Ou seja, caberiam dentro dele o Empire State (380 metros de altura) ou asTorres Gêmeas (420 m). Para dar uma idéia, o prédio mais alto do mundo, a Sears Tower, em Chicago, tem 442 metros.
A cidade ao redor do buraco existe basicamente para a extração mineral e sua força de sucção é tão grande que é proibido sobrevoá-lo. Fotos de satélite:
Sim, esse é o umbigo do mundo. Depois falam que o Kassab é que é desastrado…
O YouTube realizou essa semana a premiação dos melhores vídeos dos usuários do site, no ano de 2006. Os internautas assistiram vídeos em sete categorias e submeteram seu voto. Os troféus foram entregues ontem, 26 de março. Colocamos aqui os vencedores de algumas categorias. Enjoy it!
Mais criativo: “OK Go - Here It Goes Again”
Mais inspirador: “Free Hugs Campaign”
Melhor comédia: “Smosh Short 2: Stranded”
Mais adorável: “Kiwi!”
Para ver todos os finalistas de cada categoria, entre aqui.
Sinceramente? Não gostei muito dos vídeos vencedores. Me diverti muito mais com os ganhadores do YouTube Brasil Awards!
Quentin Tarantino e Robert Rodriguez são 2 cineastas que dispensam qualquer introdução. Para o lançamento de seu novo filme, Grindhouse, que estréia dia 6 de abril nas terras gringas, o sr. Pulp Fiction e o cérebro de “Era uma vez no México” lançaram um site totalmente inovador para o segmento.
Totalmente alinhado à web 2.0, o site permite que o usuário crie cartazes para o filme (usando inclusive sua própria foto), desenvolva trailers do longa e ainda mate zumbis em um jogo ao melhor estilo Doom.
Ou seja, no lugar de oferecer um mero wallpaper para download, é disponibilizado um portal de customização ao melhor estilo Create Yourself, com a opção de descarregar todo o conteúdo em seu Ipod ou PSP. Tudo isso em um ambiente de cinema antigo, seguindo a estética de filmes B.
O formato inovador faz juz ao conceito pioneiro do longa, ou melhor, dos longas. Grindhouse é o nome do projeto que traz 2 filmes pelo preço de um, uma película de cada diretor - Planet Terror (Rodriguez) e Death Proof ( Tarantino) . A questão é: qual será o melhor?
Porque não falar sobre um assunto que é tão parte do dia-a-dia do ser humano? Só porque ele é nojento?
Segurei esse post por 2 semanas mostrando pra algumas pessoas. Umas acharam genial e outras odiaram. Ótimo, porque se tem uma coisa que eu odeio é a indiferença. Então aí vai:
O que fazer com o monte de merda que os cachorros de NY deixam por ai e que não são limpos? Os caras da Sprinkle Brigade montam cenas malucas e engraçadas usando o cocô como matéria-prima. Eles dizem que têm a missão de solucionar um problema, colocando um sorriso no rosto dos pedestres, além de conhecer algumas gatinhas enquanto fazem isso (coisa que eu duvido, porque elas acham isso nojento).
E se você duvidou que os publicitário teriam coragem de usar cocô em suas criações… A última campanha do CCSP tem um conceito forte, que diz: “Anuário do Clube de Criação de SP. Há 30 anos faz toda diferença ganhar.”
Hoje em dia todo mundo relê tudo. DIversos artistas constituem suas obras através de releituras da arte antiga, buscando referências no Impressionismo, Expressinismo, Cubismo e diversos outros movimentos. Mas que tal reler a arte anterior a tudo isso?
O pintor-designer-grafiteiro Phil Frost constitui suas peças reinterpretando máscaras tribais e elementos pré-históricos. Pra deixar tudo mais interessante, ele faz um mix com corações, estrelas e outros símbolos contemporâneos estilizados.
Desde o início da década de 90, Frost funde graffiti, arte moderna, arte primitiva e design moderno com cores apagadas e psicodélicas em colagens e pinturas em camadas.
Tudo é tela para ele: vestidos, tacos de baseball, armários velhos, latões de óleo, garrafas, escadas, malas, shapes de skate e por aí vai…
Curtiu? Exposição no Brasil não parece algo muito próximo, mas é possível comprar seus quadros online. O único problema é que as peças começam em 2 mil dólares.
Em 2004, Phil Frost fez um comercial para a Absolut:
Em meio ao turbilhão da WEB 2.0 onde o consumidor escolhe o quer comprar/vender encontra-se um site com uma proposta bastante inovadora.
O SellaBand criou uma plataforma que permite que fans de bandas novas promovam o sucesso de seus novos ídolos. Como? Assim:
Artistas criam seu profile e disponibilizam suas músicas para download. Os fãs encontram uma banda de que gostam e como são autoridades na critica musical, decidem apostar no sucesso daquele(s) artista(s). Por 10 dólares, eles compram uma “Parte” dessa banda.
Quando a banda tiver atingido 5000 “Partes” vendidas, a equipe do site consegue uma gravação profissional em grandes estúdios com direitos a agentes e produtores. Com isso, os “Belivers” (mini patrocinadores) recebem uma edição limitada do cd gravado e as músicas são disponibilizadas para download gratuito.
Ou seja, tanto os fãs-patrocinadores quanto as bandas possuem um grande interesse em atingir os 5 mil, o que faz com que sejam promotores constantes dos novos artistas (e consequentemente do SellaBand).
Fãs e músicos espalham a déia em todos os lugares: blogs, páginas do MySpace, comunidades online, amigos e qualquer meio que possa promover seu pequeno empreendimento.
Mas e o dinheiro? Todo o capital obtido com publicidade, uma vez que a banda se torne um sucesso, é dividido entre o site, os patrocinadores e a banda.
Até então, as bandas Nemesea, Clemencé, Clubworld e Secon Person já atingiram 50 mil dólares em patrocíneo, enquanto outros 20 artistas já atingiram suas 5 mil Partes.
O objetivo do site é lançar novos artistas no mercado que sejam um sucesso entre a audiência = se o consumidor escolheu, ele vai consumir. Quem sabe essa não é a fórmula para se tornar o novo grande nome da indústria fonográfica?
Você acha que as únicas coisas interessantes pra se fazer com cartas são mágicas e perder dinheiro no pôquer? Isso porque você ainda não conhece o trabalho de Bryan Berg, empilhador profissional de cartas.
Bryan já tem 2 marcas no “Guiness - Livro dos Recordes”: “casa mais larga feita de cartas” e “casa mais alta construída com cartas”, que é essa abaixo com aproximadamente 8 metros!
A propaganda já bebeu dessa fonte também: a Volks fez esse ótimo anúncio para dizer que o Polo tem sensor de estacionamento:
Agora se um de seus sonhos de infância é destruir um castelo de cartas gigante que alguém levou 3 dias pra construir… Bem, eu acho que você deveria assistir esse vídeo que mostra o skyline de NY construído com cartas por Bryan Berg:
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Será mais legal construir o castelo e vê-lo pronto ou ter o delicioso prazer de destruí-lo depois? Fico com a segunda opção.
Depois do Barcode Revolution, a reinterpretação visual dos códigos de barras que ganhou o Leão de Titanium em Cannes no ano passado, os japoneses deram mais um passo a frente no desenvolvimento tecnológico.
Dessa vez, os nipônicos criaram uma ferramenta poderosa, o QR Code:
Tá, mas o que são esses pontinhos estranhos? É um novo tipo de código de barras que armazena muito mais informação que o modelo antigo, incluindo caracteres númericos e textuais.
Hoje, a maior parte dos celulares dos japoneses vêm equipados com um leitor que transcodifica essa informação e exibe na tela. Como a leitora é digital, é possível ler códigos do papel, da tela do computador e até da televisão.
Esse formato possibilita uma infinidade de aplicações. Dá pra armazenar textos, como letras de música ou até um currículo, por exemplo. Os japoneses imprimem seus códigos em seus cartões de visita e através do scan é possível ler as informações profissionais da pessoa e adicionar o contato no celular sem ter que digitar nada:
ou ingredientes e informações nutricionais:
Isso tudo se torna uma ferramenta poderosa de marketing. As marcas colocam seus QR nas peças e através deles o consumidor pode acessar o site para comprar o produto em tempo real, atributo explicado nesse vídeo do Japão:
A mesma coisa vale para comerciais de tv. Por isso, marcas estão espalhando seus códigos em todo tipo de rótulo, cartaz, camisetas ou propaganda:
As pessoas adotaram o QR Code de tal forma, que estão expressando essa moda à flor da pele:
Esse novo “código de pixels” potencializou as ferramentas de marketing e informação a tal ponto, que o desenvolvimento de um código multimidia já foi anunciado.
Se trata de um code em 3D que pode armazenar até 1,8 MB de informação em vídeo/áudio, sem a necessidade de conexão com um servidor. Ou seja, escaneou, apareceu na tela do seu celular.
Você teria coragem de saltar do espaço, a uma altura de 40 km, para pousar na terra de pára-quedas ? Lembre-se que os aviões que fazem voôs intercontinentais voam numa altitude média de 10 km e um pára-quedista salta, normalmente, de uma altura de 1 a 4 km de altura. Ou seja, 40 km é MUITO alto, é o limite ondo começa o espaço.
Bem, o corajoso Captain Joe Kittinger fez isso. Ele subiu num balão de hélio, vestido com um traje de astronauta, e depois de 4 horas atingiu essa altitude insana e recorde. Lá em cima, a radiação solar queimava metade de seu corpo, enquanto a outra metade, na sombra, sofria um frio congelante.
Até que ele saltou e nesse momento não sentia como se estivesse caindo, e sim como se estivesse parado no espaço, sem gravidade. Essa queda livre durou 4 minutos e 36 segundos, e ele atingiu a velocidade máxima de 1300 km/h, tornando-se o único homem a ultrapassar a velocidade do som (Mach 1) fora de uma máquina, um recorde! Ele pousou tranquilamente e intacto, no deserto.
Abaixo, uma das visões dele enquanto caía:
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Esse vídeo incrível mostra o salto dele:
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E esse vídeo aqui tem a matéria do History Channel (apenas 3 minutos) sobre o salto, mostrando o pouso real dele no deserto e confirmando todos os números e recordes que contei para vocês acima:
Ah, esqueci de contar um detalhe importante: isso tudo aconteceu em 16 de agosto de 1960 e nenhum desses 2 recordes (de velocidade máxima atingida por um homem fora de uma aeronave; e de altura máxima de um salto com pára-quedas) foi quebrado até hoje.
Com a chegada do turismo espacial nos próximos anos talvez poderemos ter uma sensação próxima da que Joe Kittinger passou, mas duvido que exista um homem nos tempos atuais ou futuros que tenha coragem de quebrar esses recordes. Direto do túnel do tempo…
A NewMindSpace é uma empresa que organiza eventos gratuitos, divertidos e para todos em lugares públicos como festas no metrô, guerra de travesseiros, guerra de bolhinhas de sabão, instalações públicas de arte, entre outros acontecimentos que realizam alguns de nossos sonhos (im)possíveis. Detalhes: a empresa tem base em NY e Toronto, é formadas por apenas 2 jovens, de uns 23 anos, que organizam as diversões pelo seu site na internet.
No dia 31 de Outubro de 2006 rolou a Festa de Halloween no metrô de Toronto:
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Em Fevereiro desse ano, em NY, rolou uma baita guerra de travesseiros:
M. C. Escher foi um artista gráfico holandês conhecido por suas xilogravuras, litografias e meios-tons, que tendem a representar construções impossíveis.
Filho de engenheiro e estudante de arquitetura, o artista desenvolvia diversas ilusões óticas em suas obras, desafiando o observador a compreender o que estava sendo exposto.
Escher é referência para cantores, publicitários, desenhos animados, arquitetura, arte e qualquer outra coisa que possua referências visuais. Esse anúncio da Audi faz uma referência clara a obra Relativity, de 1953:
Se Escher é tão cool, por que não inovar e reproduzi-lo de uma forma, digamos, ousada? Que tal reconstruir (literalmente) seus trabalhos em Lego?!
Um Lego Freak resolveu começar a fazer as construções impossíveis do artista com as pequenas peças, criando um trabalho no mínimo interessante.
Belvedere
Waterfall
O mais desafiador é conseguir superar as “limitações” do Lego para fazer a construção. Tanto, que o autor das reproduções elaborou um verdadeiro estudo de engenharia para os apaixonados pelas pecinhas.
Como a paixão por Lego transcende um único artista, Andrew Lipson criou uma página onde coloca seus trabalhos minuciosos feitos em micro pecinhas.
Se a sua mãe ou mulher viviam enchendo sua paciência porque você vivia na frente do videogame e não fazia nenhum tipo de exercício físico, seus problemas acabaram! A DreamMachine é o primeiro simulador interativo e físico de videogames. Compatível com Playstation 2 e Xbox, basta plugar e jogar usando o corpo todo.
Claro que isso exige muita coordenação motora de pés, braços, mãos, visão, tudo, portanto se você é daqueles viciadinhos em videogame que não sabe nem chutar uma bola de futebol direito, é melhor pensar duas vezes antes de comprar a sua. Esse brinquedinho separa os homens dos meninos na hora de jogar videogame e tem simuladores de bike, moto, combates aéreos, navais e competições esportivas. Também é possível jogar em grupo! Por U$ 1.326 você leva o mimo pra casa, à venda a partir de maio de 2007.
Para as meninas que curtem videogame, um estilista japonês criou uma coleção de sapatos e botas que levam seu Game Boy para qualquer lugar.
É claro que no Japão já virou febre… E você, usaria uma dessas?
Achei ótimo porque é uma maneira diferente e divertida de vender uma categoria de serviços que normalmente se posiciona de uma forma séria, sóbria e chata. Parabéns pra quem criou e para quem aprovou!
Seguindo a tendência do consumidor que interage e cria conteúdo para a marca, a Borghierh/Lowe criou a campanha “Create Yourself” para Melissa, cujas peças saíram na última edição da revista Capricho:
Os prints fazem parte do conceito de interatividade criado para marca. A quinta peça da série veiculada na revista Capricho vem com cartelas de adesivos para que a consumidora crie seu próprio anúncio. Veja como funciona:
Depois de criar seu anúncio, a consumidora pode enviá-lo para o site da promoção. As autoras dos 10 melhores anúncios participarão de uma galeria especial no site da Melissa.
Tudo isso é apenas uma parte da estratégia de “Melissa consumer made”. Foram escolhidas 4 fotologers para serem as embaixadoras da marca e para representar a identidade da coleção de inverno 2007. As meninas também foram responsáveis pela criação dos títulos das peças, algo inusitado na propaganda.
MariMoon, Maluka, Lolly e Impar, as chamadas “Goldies”, começaram a trabalhar em janeiro. As meninas fizeram uma cobertura diária do São Paulo Fashion Week, onde fizeram diversos vídeos e fotos para serem postados no site da Melissa. Tudo isso rolou no lounge da marca no evento, montado especialmente para as embaixadoras:
A campanha, na mídia desde Janeiro, já causou aumento de 73% dos acessos no site da Melissa. Além disso, em apenas 6 dias de anúncio na rua, mais de 2.000 anúncios customizados já foram enviados para a promoção.
Não seria muito mais bacana se mais anúncios como esse estimulassem a criatividade das pessoas, permitindo esse tipo de interação?
Pode-se dizer que os post-its foram uma das grandes invenções da humanidade. Poucos consegue viver sem esses papeizinhos coloridos que em muitos casos substituem nossa curta memória. Eu, por exemplo, não consigo me organizar sem meus post-its eletrônicos, que funcionam como agenda, lista de telefones, bloco de anotações, guarda-emails, enfim, para tudo.
Mas teve gente foi além e fez do post-it a matéria-prima para sua própria arte. Esses aficcionados por Jaguar (ou seriam aficcionados por post-its?) personalizaram a caranga:
Teve uma galera que construiu sua casa inteira com esses famosos papeizinhos. Esses aí definitivamente devem sofrer de amnésia:
É claro que se existem malucos por post-it, existem malucos por Elvis que amam post-it…
Na propaganda não faltou anúncio premiado com post-it. Esse aí, da Unimed, dizia: “Lembre-se de aproveitar mais a vida”.
Bem legal. Mas o mais divertido vem agora. Essa animação em stop-motion incrível feita com post-its! Tem até um bonequinho dançante…
POST-IT DO POST: Não se esqueça de deixar um comentário! Queremos feedback, participação, críticas, elogios, xingamentos, gritos, provocações, honrarias, sugestões, enfim INTERAÇÃO!