Ahhh, o verão… argentino.
Quarta-feira, Fevereiro 28th, 2007No último post vimos um pouco mais como é o verão inglês. Agora é a hora de ver como os Argentinos manifestam a sua paixão pelo verão!
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Ahhh, o verão
No último post vimos um pouco mais como é o verão inglês. Agora é a hora de ver como os Argentinos manifestam a sua paixão pelo verão!
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Ahhh, o verão
O que você vai fazer neste verão? E os ingleses, o que vão fazer em seu curto verão? Já imaginou viver em um país onde há somente um dia de sol por ano? Ahh o verão inglês…
Depois de ver esse filme, dou muito mais valor ao nosso infinito verão. Ahhh, o Brasil…
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Sonhos de verão
Imagina o briefing: “Vamos criar um anúncio para a Mercedes, o carro.”
O que temos que falar?
Que estamos aqui em San Francisco há 40 anos.
E o que devemos mostrar como grande diferencial?
O fato de que fazemos carros e negócios como ninguém.
Olha o que saiu (e foi veiculado, não é peça de festival.)

O título diz algo como: “Nós estamos aqui desde os anos 60 e, com alguns dos negócios que nós fazemos, você vai pensar que nós ainda estamos no topo (we are high, em inglês, também pode significar “nós estamos doidões”)”.
Para veicular uma peça como essa, deveriam estar muito loucos mesmo. Mas valeu pela ousadia e irreverência!
Para que levar a vida tão a sério, se a vida é uma aventura da qual jamais saíremos vivos.
Você conhece alguém que adora ler manuais de produtos? Se todos os manuais fossem como do Nintendo Wii, o número de leitores de manuais aumentaria bastante. Se pararmos para pensar na quantidade de manuais produzidos para cada produto ao redor do mundo, me espanta muito que tão poucos pensem diferente e façam algo mais interessante, divertido e gostoso de ler.
Cuidado: não acerte a cabeça do seu amigo com o Wiimote.
Cuidado: se sufocar com a sacola do Wii não é nada divertido.

Cuidado: o Wii não tem, e nunca terá sede.

Nem fome!

E muitos menos frio.

Enquanto a grande maioria dos manuais seguem aquele formato padrão sério, corporativo, “sua ligação é muito importante para nós” e branco e preto, o Wii já começa a entreter o seu usuário em todos os seus pontos de contato, inclusive aquele considerado o mais chato: a leitura do manual.
Será que o skate na propaganda vai entrar na moda assim como as bolinhas coloridas caindo do céu e o robôs humanizados? Só nesta semana pipocaram duas novas execuções usando o skate como elemento execucional.
Ah… se o meu carro fosse um skate.
Ah… se o meu amigo fosse um skate…
O que faz a diferença não é o skate em si. Mas sim o que estes dois filmes tem em comum: a magia do skate. A fantasia irreal que transforma o impossível em real, aflora a nossa imaginação e nos faz sonhar e abrir um sorrisinho maroto por 30 segundos.
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A moda das bolinhas voadoras
A moda dos robôs e da humanização
Skate in line
Skate voador
Antes de qualquer coisa, já vou avisando: não tem photoshop. Agora imagine os poucos sortudos presentes nesse momento incrível, como eles descreveriam tantas coisas lindas acontecendo ao mesmo tempo, no mesmo lugar? Com mil palavras ou com essa foto:

No dia 26 de Janeiro, em Perth, Austrália, pessoas se sentaram na praia para assistir, ao mesmo tempo, 3 acontecimentos mirabolantes no céu: à esquerda, fogos de artíficios em comemoração ao “Australia Day”; no centro, a passagem do cometa McNaught visível a olho nu, em um de seus dias mais brilhantes (você só verá se clicar na imagem ampliada); e à direita uma tempestade de raios no oceano.
Tá bom, tá bom, tenho que confessar, tem photoshop na imagem sim, mas usaram apenas para juntar as 3 fotografias tiradas nesse momento único e inesquecível do céu australiano.
Uma das maiores alegrias de uma criança é se esbaldar em um parque cheio de túneis, escorregadores, piscinas de bolinhas e tudo mais que possa aflorar a fértil imaginação infantil.
O McDonald´s conhece bem o potencial deste mundo de fantasias infantis e reserva boa parte do espaço de suas lojas para a instalação de mini-parques que estimulam os sentidos das crianças.

Esse é o universo infantil que faz parte de todos nós. Conforme crescemos, somos condicionados a viver em um universo arquitetônico cada vez mais cinza, quadrado e careta. Linhas retas, monocromáticas e minimalistas acabam por dominar o cenário. Mas as fantasias infantis continuam vivas, prontas para emergir de nosso subconsciente.
Shusaku Arakawa é um artista japonês que tenta despertar essas fantasias infantis no mundo adulto, valorizando os estímulos, cores e formas visuais marcantes. Não é a toa que ele projetou esse conjunto habitacional para idosos que mais se parece com um playground do McDonald´s.

A idéia do projeto é que os idosos sejam estimulados pela funcionalidade do local, como por exemplo pisos inclinados e interruptores em locais aleatórios - “People, particularly old people, shouldn’t relax and sit back to help them decline. They should be in an environment that stimulates their senses and invigorates their lives.”Pensativo sobre o tema da arquitetura infantil, caminho até a janela e vou ver como anda o cenário de São Paulo.

O cenário não parece muito promissor para os idosos paulistanos. Daqui alguns anos, os idosos serão maioria em nosso país. Será que os arquitetos brasileiros já estão pensando nisso?
Veja só no que Arakawa já está pensando:


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Aprendendo com os bebês
Quem nunca assistiu à trilogia de De Volta para o Futuro e ficou morrendo de vontade de ter um daqueles skates voadores que Marty McFly dropava pelos ares? A empresa Future Horizons criou uma engenhoca chamada Hoverboard que pode realizar seu sonho (im)possível:

A prancha flutua a 2,5 cm do chão através de um propulsor de ar e então pode deslizar sobre qualquer tipo de superfície: neve, água, areia, grama… Atinge a velocidade de 32km/h e custa aproximadamente U$ 9.000! Se quiser ver um videozinho dela em ação, clique aqui. Mais informações e pedidos de compra no site da Future Horizons.
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Skate in-line
Como é a casa dos seus sonhos?
Morar em um disco voador?

Ou dentro de um diamantecenter

Na casa do arquiteto alucinado?

Ou em uma casa afundada?

Talvez uma casa envolta por uma cobra…

Em uma pedra?

Ou em uma casa de pernas pro ar?

Em uma casa sinistra?

Ou em um sapato (sem chulé)?

Todas estas casas devem ter custado uma fortuna. Mas se você sonha em ter uma casa tão incrível como estas, não fique ai parado, inerte, apenas sonhando com uma delas. Com um pouco de criatividade, bom gosto e uma pitada de jeitinho brasileiro você pode fazer como o seu Estevão, que construiu uma verdadeira obra de arte entranhada em meio à favela de Paraisópolis.Eu nunca visitei a casa dele pessoalmente, mas peguei um trecho de uma matéria a respeito do “castelo de Paraisópolis”, destino que já virou ponto turístico de Paraisópolis e atrai centenas de estudantes estrangeiros. Veja só:

“Visitar a casa de Estevão é uma experiência única. Jardineiro-artista da arquitetura espontânea, Estevão Silva da Conceição é destas almas iluminadas, que vieram pra tornar nosso ambiente mais agradável e com aquela energia de que tudo é possível. A casa escultura do baiano estevão já foi assediada pela imprensa nacional, revistas internacionais, e o próprio chegou a viajar para Espanha para conhecer o trabalho de Gaudí a convite da comissão que cuidava da comemoração de aniversário do arquiteto catalão ( após uma longa pesquisa pelo mundo acharam o trabalho de Estevão o mais próximo de Gaudí, mesmo sem este nunca ter ouvido falar do arquiteto ).

Há 20 anos estevão cria sua casa-escultura na favela Paraisópolis, em São Paulo, e seu trabalho não para. Além de sua função como jardineiro, Estevão vasculha bazares em busca de objetos que possam compor sua arte. Estevão mora com sua família em sua casa, e para fazer uma visita é preciso ligar antecipadamente para sua casa, onde Edilene, sua mulher cuidará das orientações.”
Seu Estevão ficou tão famoso por sua obra que foi convidado para decorar uma das vacas da Cow Parade, veja só:

Fotos do Arquitetura Espontânea e Katia Alta, relato do Guia Especial, e um valeu à Dê pelas casas incríveis.
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Jeitinho Brasileiro
Férias exóticas nos hotéis mais incríveis do mundo
Casa de retiro espiritual
Nem sempre um bom título é importante em uma comunicação. Nem sempre um layout maravilhoso é o segredo da persuasão. Aliás, tem vezes que até mesmo o ‘nada’ é a coisa mais importante, como foi registrado aqui nessa foto, em uma “manifestação” de uma escola de arte da Estônia.

Se esta ação fosse em São Paulo, os manifestantes ainda teriam a ajuda de algumas empresas de mídia exterior, que estão cobrindo os seus outdoors com imagens brancas e vazias.

É interessante notar que às vezes a ausência da estética, da informação e da persuasão nos dá uma sensação refrescante de paz. É assim que eu me sinto em determinadas regiões da cidade que ficaram livres de alguns outdoors que escondiam árvores, escondiam faixos de luz, e até mesmo belas vistas do horizonte que estava por trás das entrelinhas.
Outra experiência interessante da “celebração ao nada” foi esta realizada algum tempo atrás em Vienna, onde um grupo de artisitas resolveu “apagar” toda a comunicação visual de uma agitada rua comercial da cidade, cobrindo tudo com faixas amarelas. Uma instigante espécie de censura a qualquer placa, qualquer texto, qualquer elemento que tentasse nos persuadir.


*Agradecimentos ao Carioquinha (Maurício Meirelles), que me inspirou com o ping pong de idéias no msn.
O mercado de luxo é a tendência do momento. Tudo o que a maioria das pessoas quer é adquirir produtos caros, bonitos, sofisticados e cheios de indulgênica: STATUS.
Por isso, marcas e varejistas gastam muito dinheiro em campanhas, ações diferenciadas, coktails, festas e mais um zilhão de eventos exclusivos para agregar valor aos produtos e transforma-los no maior objeto de desejo do momento.
Tudo isso é potencializado no mundo da moda, segundo o qual tudo fica ultrapassado em uma questão de segundos, deixando o consumidor ávido pelo novo, pelo último lançamento da nova tendência. Mas se esse mundo é tão efêmero, por que comprar esses artigos de luxo?

Tal pensamento está movimentando um “novo” segmento desse mercado: as locações. Através de serviços como o Be a Fashionista, é possível alugar uma bolsa/jóia/acessório de luxo pelo tempo que você quiser - um dia, uma semana, um mês…E se você realmente gostar do produto ainda é possível negociar o preço da aquisição.
Isso só é possível através de uma mensalidade que varia de acordo com o seu nível de membership (até 100 dólares mensais). Se você está no nível daquela peça, pode pagar o preço de locação + o seguro contra danos e pronto, pode desfilar com o objeto de desejo da vez sem ter que compra-lo.

Esse tipo de negócio acaba funcionando como uma alternativa para quem não pode comprar tudo que deseja, fornecendo a possibilidade de ao menos usar tudo que deseja. O From Bags to Riches tem exatamente essa proposta, afirmando ser uma “Alternativa ‘pagável’ de compra de bolsas de designers famosos”.

Claro que a moda pegou e hoje é possível alugar jóias, sapatos e vestidos de grifes e designers famosos.
Essa idéia de alugar o luxo está fazendo tanto sucesso, que surgiram os clubes especializados em locação de carros de luxo. Com uma anuidade de 9.500 dólares é possível escolher qalquer um dos poderosos itens do catálogo do LuxShare Auto Club:

Afinal, por que gastar todo seu dinheiro em um Mercedez quando é possivel experimentar Ferrari, Lamborghini e Jaguar?!

Em uma época em que se fala tanto em desenvolvimento sustentável, reciclagem e reaproveitamento, especialmente no mundo fugaz da moda, esses serviços podem ser uma nova alternativa.
E se, no lugar de produzir 5 mil bolsas, uma marca produzisse apenas 100 para serem locadas por um grupo seleto de pessoas? Pode ser uma idéia sem sentido, mas menos bolsas seriam jogadas fora, ou deixadas no fundo do armário por causa da nova coleção. Quem sabe essa não é uma vertente do consumo responsável?
Duas notícias da Folha de S. Paulo de hoje me chamaram atenção pelo grande constraste.
Uma delas é um fato incrível: na Nova Zelândia, um pára-quedistas saltou de 3.600 metros e nenhum dos dois pára-quedas abriu ( nem o normal, nem o reserva ). Ele chegou a cair a até 200km/h, durante 30 segundos, mas com sua experiência fez manobras com o corpo e conseguiu reduzir sua velocidade para 120 km/h. Caiu sobre uma amoreira, arrebentou o pé, perfurou um pulmão, MAS NÃO MORREU, está bem! O fato foi registrado por duas câmeras, a sua e a de um outro pára-quedista.

A outra notícia: no Brasil, uma menina caiu de 18 m de altura de uma tirolesa na praia do Francês (Alagoas) e morreu na hora.


É por essas e outras que não acredito em milagres: acredito em destino. E que os brasileiros sempre se ferram.
Para os viciados em Surf, a Quicksilver deu uma idéia criativa de como pegar uma onda no meio da cidade sem precisar ir até a praia.
Desde o boom da era eletrônica, muitos artistas têm se inspirado nos pixels para criar suas obras.
Uns artistas malucos chamados SPACE INVADERS criaram um movimento mundial em que interagem na paisagem urbana com desenhos de videogames de 8 bits feitos com mosaicos de pixels.

Esse pac man fica numa parede de Paris.

Se você entrar no site verá que os mosaicos dos caras estão espalhados por todo o mundo, de Hong Kong a New York. Parece que virou uma obsessão para eles pixelizar sua arte em todos os lugares do mundo.

Seguindo a moda dos pixels, uma campanha para camisinhas levou leão em Cannes no ano passado com anúncios que mostravam cenas de sexo feitas de embalagem da camisinha, cada uma como se fosse um pixel do desenho.



Quanto mais difícil, melhor. Fazer um rosto só com pixels já é difícil. Mas fazer um rosto com pixels dos cubos…

Até o famosinho Vik Muniz fez a sua versão, mas no estilo dele, claro. Um belo vaso de flores feito de pixels de papel!

É a tecnologia influenciando a arte. E você já parou pra imaginar quantos megapixels teria o olho humano? Bem, ele não funciona exatamente como uma câmera, mas segundo a revista Mundo Estranho, nosso olho em cerca de 250 pontos luminosos, ou seja, sua resolução máxima é de 250 megapixels!