Archive for Julho, 2006

It´s NOT for girls.

Segunda-feira, Julho 31st, 2006

Dois chocolates. Duas abordagens. Um veredicto. Vamos começar pela campanha do Bounty, que compara alguns pedaços do chocolate com os “melhores pedaços” do corpo feminino. Tudo bem que o Bounty é um chocolate feito de côco e o formato do côco se assemelha com peitos e bundas. Mas será que as mulheres, ávidas consumidoras de chocolates vão curtir essa idéia?

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“Two pieces of paradise”
Original? Irreverente? Não sei não… acho já vi essa idéia antes. Mas nunca vi nada com tanta personalidade como o chocolate Yorkie, da Nestlé. Tenho a impressão que as mulheres ficariam muito mais intrigadas com a campanha “IT`S NOT FOR GIRLS” que o Yorkie fez na Inglaterra.
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Yorkie usou e abusou da psicologia reversa para vender chocolate. Por um lado, os machões no estilo I AM A MAN se vangloriavam por comer o Yorkie afirmando a sua masculinidade. Do outro lado, as meninas subversivas e curiosas ficavam louquinhas para provar o “fruto proibido”. A comunicação era bem direta e agressiva: esse chocolate é pra homem, sem frescura, sem palhaçada. Mulheres NÃO podem comer! Veja só alguns exemplos

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E agora a parte mais legal: a integração da comunicação com o produto. Enquanto os outdoors falavam “Não alimente os pássaros”, (Bird na Inglaterra = Garotas) a Nestlé lançou uma versão “muito limitada” na cor de rosa que tinha um pedaço do chocolate especialmente dedicado para as garotas.

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Provocativa, irreverente, instigante, inteligente. E sem usar mulher pelada… It´s NOT for everyone!E ai mulherada? Qual é o veredicto?

Cafeína relacionada:
I AM A MAN
Psicologia Reversa I - Não assista MTV!
Psicologia Reversa II - O paraíso dos fumantes

YouTube x MySpace. E eu com isso?

Segunda-feira, Julho 31st, 2006

Hoje saiu uma matéria no The Guardian, sobre sites de comunidade que faz uma comparação You Tube x MySpace

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Há até pouco tempo o MySpace era considerado “O” fenômeno recente da Internet. O site é baseado na possibilidade de criar comunidades, permitir o download de músicas do usuário (foi lá que o Artic Monkeys apareceu para o mundo) e também um alto nível de personalização das páginas pessoais. Tudo isso fez com que o site tivesse o dobro de page views do Google e fosse responsável por 3,35% de todo o movimento global da internet. O final é que o site foi vendido por US$580 milhões no ano passado.

Mas como a internet é incrível, o You Tube já passou isso. É um novo formato, muito mais dinâmico para passar informação, dá mais possibilidades de comunicar alguma coisa, é mais divertido do que o MySpace. Por essas e outras o YouTube já tem 3,9% de todo o movimento global da net e, segundo a matéria, vale mais ou menos US$1 bilhão.

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Aí tem coisa para aprender, tanto com um quanto com outro. O conceito-chave é “consumer generated content”. Ou seja, as pessoas produzindo conteúdo e tendo a possibilidade de divulga-lo pela web, mas além disso tem o lado do consumo desse conteúdo: “por que tanta gente acessa quer ver esses vídeos?”; o que interessa muito qualquer um que trabalha com marcas.

Cada dia isso ganha importância e se você ainda não conhece, se familiarize com outro conceito, o “branded entertainment“, ou seja, não ficar produzindo material que entra nos intervalos de um programa, mas sim fazer o programa, dando o ponto de vista da marca menos agressivamente, ser a atração e não a interrupção. Ter um formato gostoso de assistir e aprender sobre a marca, com menos bullshitagem.

Dar bola dentro nesse território não é fácil, mas existem alguns bom exemplos. Vou mostrar 3, que embora não tenham tanta contribuição direta dos consumidores, são razoavelmente simples de implementar. E um outro que é campeão, mas bem difícil de fazer.

A HP (cujo posicionamento é de ser uma empresa voltada a inovação) ajudou a desenvolver um documentário sobre a 2ª Guerra Mundial, ajudando a reconstituir virtualmente muita coisa, desenvolveu soluções para fazer uma coisa de interesse do público e por isso se mostrou relevante. Veja um pouco disso:

Já a P&G, desenvolveu o “Home Made Simple“, que a P&G produz nos EUA. Basicamente é um programa de TV que dá dicas de como deixar o dia a dia mais fácil dentro de casa. Evidentemente os produtos da P&G são a resposta. Veja um pouco:

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Outra iniciativa legal é um podcast da Whirlpool (que faz eletrodomésticos). Eles produzem um programa chamado “American Family”, que você pode ouvir pelo computador ou baixar para um MP3 player. É programa sobre aspectos relevantes da vida em família e coisas do gênero. 70 mil pessoas baixam isso semanalmente e pelo menos para essa galera, a Whirlpool parece ser uma empresa bacana, familar, que não fica azucrinando falando “eu sou isso, eu sou aquilo”.

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E, se você já chegou num nível mais avançado, talvez já possa implementar alguma coisa parecida com esse trabalho feito pela W+K para lançar um jogo de futebol americano da Sega. É fantástico, veja como foi:

Ou seja, já sabemos que a forma como falamos com as pessoas faz diferença (e por isso existe um departamento chamado “criação”), mas se dermos uma olhada no que a moçada está fazendo por aí, vamos ver que dá para melhorar muito.

Cafeína Relacionada
Democracia da (Des)informação?
Publicidade 2.0
YouTube no vermelho
Top Virais

Top 100

Sexta-feira, Julho 28th, 2006

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A Business Week publicou a lista das 100 marcas mais valiosas do mundo, pesquisada pela Interbrand.

Abaixo vai a lista das 10 mais:

Fiquei com um pouco de esperança de ver alguma marca latino-americana, mas não tem nada (Accenture, em Bermuda, não conta). Estamos levando um baile em termos de marketing? É para pensar, mas eu tendo a pensar que sim.

Entre no site, veja as outras 90 e também leia um pouco sobre a metodologia (que explica porque a Unilever e a Procter não aparecem, por exemplo).

Também gostaria de saber qual o peso da marca x outros bens da empresa (prédios, máquinas, etc) para ter uma idéia do valor relativo da marca para cada empresa. Se alguém achar, por favor me mande.

Jeitinho brasileiro II

Quinta-feira, Julho 27th, 2006

Carlos tinha um Chevette. Começou a trabalhar com instalação de cortinas e precisava de um carro com caçamba. Como a grana estava curta e ele não podia comprar outro carro ele resolveu ativar o jeitinho brasileiro e transformar sua Chevette numa Chevy:

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Mais um testemunho da série “Jeitinho brasileiro”. Se você tiver mais algum flagrante, divida conosco!

Sabedoria em Tiras

Quinta-feira, Julho 27th, 2006

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Às vezes dá vontade de fazer isso entre a gente mesmo.

Emoção Art.ficial 3.0

Quarta-feira, Julho 26th, 2006

Esses dias pegamos o horário de almoço para refrescar a cabeça e sair da rotina; resolvemos colar no Itaú Cultural, em SP. Lá está rolando a terceira versão da mostra chamada Emoção Art.ficial, que é demais. É arte dinâmica, interativa, inspiradora.

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Me parece que uns dos guidelines para ser artista cibernético é levar em conta a interação das pessoas com a obra, deixar elas fazerem a arte (o que propaganda tanto pena para fazer). E como o quente é a dinâmica pessoa-instalação, fizemos um filminho pirata para dar um gosto:

Durante nossa visita o mastropietro teve um pensamento interessante: “parece que tudo isso aqui foi feito para virar propaganda ou então nasceu de tecnologia feita para fazer propaganda. Lembro que há uns 2 anos vi uma empresa (a Xtreme motion / Sensitive Floor) vendendo algumas coisas parecidas aqui na lowe”.

Não sei se os artistas pensam nisso, mas os publicitários bebem desta fonte, não há dúvidas. E se você quer ter estimular idéias, buscar inspiração, não deixe de ir. Muito bom.

Leia mais no site do Itaú Cultural e aproveite o embalo para ler uma entrevista bacana da Ilustrada com Edmond Couchot, estudioso e artista cibernético francês, que está no Brasil como convidado especial do evento.

Jeitinho brasileiro

Quarta-feira, Julho 26th, 2006

Segundo o Wikipedia, o jeitinho brasileiro pode ser caracterizado como “molejo”, “jogo de cintura” e a habilidade de se “dar bem” em uma situação “apertada”. Pois bem, ontem caminhando pela Avenida Paulista testemunhei um ótimo exemplo do jeitinho brasileiro: a “barraca de pastéis da feira”.

Tudo começou com uma simples barraca de feira desmontável. Cada dia ela aparecia em uma feira diferente, vendendo seus deliciosos pastéis. Mas seu proprietário tinha um sonho ambicioso: ter uma venda de pastéis no meio da Avenida Paulista, um dos cartões postais de São Paulo.

Como ele não podia montar sua barraquinha na calçada da avenida e também não tinha dinheiro para montar e decorar uma loja, teve uma grande sacada e conseguiu realizar o seu sonho: alugou um pequeno imóvel (do tamanho de uma garagem) e colocou a sua barraca lá dentro. Solução simples, idéia original, resultado genial. De mendigos a executivos, todo mundo vai lá comer o legítimo pastel da feira…

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O mais interessante é que ele criou um ambiente de feira dentro de uma loja, extremamente original, transmitindo a idéia do “legítimo pastel da feira”. Quando vi esta loja de pastéis lembrei de três conceitos de marca bem sucedidos que tem tudo a ver com o jeitinho brasileiro: “Impossible is Nothing”, “The Power of Dreams” e “Brasileiro Não Desiste Nunca”!

E é claro que tem brasileiro que já deu um jeito de se aproveitar do jeitinho brasileiro. É o caso do escritor Lourenço Stelio Rega, autor do livro Dando um Jeito no Jeitinho, um estudo antropológico sobre esta que é uma das forças impulsoras do comportamento do brasileiro.

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* Para quem quiser degustar o jeitinho brasileiro ao vivo, a pastelaria fica entre o prédio da Gazeta e o Metrô Brigadeiro no lado dos Jardins (da Av. Paulista).

The Power of Secrets

Terça-feira, Julho 25th, 2006

Todo mundo tem podres, todo mundo tem coisa que não conta para ninguém, mas fica morrendo de vontade de dividir com os outros. Podem ser pequenos delitos, traições, o que realmente acha do chefe e por aí vai. Pela quantidade de matérias sobre o filho da Angelina Jolie, pela cobertura do casamento do Ronaldo e pelos downloads dos vídeos da Paris Hilton, ficar sabendo da vidas e segredos dos outros também é paixão mundial.

Daí vem a questão, para quem se confessar? Para o padre não tem graça.

Para alívio de muita gente, esse problema foi solucionado com a criação do Post Secret. Lá você pode contar seus podres, aflições, etc. para milhões de pessoas, sem a incoveniência delas saberem quem você é (e nunca mais te convidarem para um churrasco, por exemplo).

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O blog teve tanto sucesso que virou um livro. Cheio de imagens e confissões de todos os tipos. É cultura popular.

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O mesmo raciocínio acabou dando o GP de Cyber para a Crispin Porter, com um trabalho para a Method (que faz produtos de limpeza). O princípio é simples: Lave a alma.

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Lá você pode colocar seus segredos. Eles aparecem na tela de todo mundo que baixar o screen saver da marca e você fica com a consciência limpa.

Recentemente o desodorante Secret, dos EUA, chegou a conclusão que isso também dá campanha (também, com esse nome…). Lançou o site Share your Secret e aproveita parte do conteúdo com mídia outdoor. Poderiam ter feito melhorzinho, mas chama a atenção:

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Isso é o poder dos secredos. Dá para fazer muita coisa e a julgar pelas vendas da Caras, Contigo e afins, por aqui também daria certo.

E você, qual o seu segredo, além de ler o Cafeína enquanto deveria estar trabalhando?

Bravia 2: a missão (e o making of)

Terça-feira, Julho 25th, 2006

Um estrondoso sucesso. Milhões de pessoas assistiram. Crítica em êxtase. Prêmios e mais prêmios. Com um currículo destes, qualquer filme merece uma sequência, não?

É isso que a Sony está fazendo com o Sony Bravia, o comercial mais assistido da história (relâmpago) do You Tube. Sim, o filme das bolinhas (se você ainda não viu, está no final do post) vai ter continuação.

Muita gente ficou especulando para saber se as cenas do primeiro filme foram filmadas de verdade ou se foram produzidas por computador. Mas a Sony jura que foram jogadas 250 mil bolas para produzir estas cenas. Com isso na cabeça, os caras da Sony pensaram: “como usar o sucesso do primeiro filme para potencializar nosso novo filme que ainda nem começou a ser filmado?”

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A idéia foi criar conteúdo com base em um conteúdo que nem está pronto, uma espécie de reality show do making of da produção do filme. E então surgiu o blog www.bravia-advert.com, que está mostrando o dia a dia da super-produção de seu novo comercial diretamente de Glasgow, na Escócia.

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Locações, fotos, making of e a colaboração de seus leitores são alguns dos atrativos. É como um enorme teaser interativo, atualizado quase que diariamente pela produtora diretamente de Glasgow. Parece que ao invés de bolinhas coloridas, desta vez eles vão usar tintas. Tintas que voam pelo céu. Se você está ansioso pra ver, eles estão prometendo mostrar o filme no blog uma semana antes dele ser veiculado na televisão. Mas aqui você pode sentir o gostinho:

É a primeira vez que eu vejo uma propaganda criar um buzz antes mesmo de ser filmada. Estaria o mundo da propaganda tirando boas lições do mundo do cinema e do entretenimento? Seria o making of mais interessante do que o próprio filme?

E para quem não viu o primeiro filme eis a obra-prima que levou ouro em Cannes:

Ah se o Tetris usasse Axe…

Segunda-feira, Julho 24th, 2006

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Diretamente da Lowe Tailândia

Sonhos (Im)possíveis 2

Segunda-feira, Julho 24th, 2006

Mais um dia normal no fantástico escritório da fábrica de chocolate.

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“Perfetti, a maior empresa indiana de doces e guloseimas”

brought you by: o misterioso Marketing Post

Essa série de posts (Im)possíveis me faz pensar sobre a diferença entre “verdades” x “verdades humanas”, que tantas empresas confundem e daí dão feedback do tipo “isso é `off-strategy´” e ficam putas com a agência quando sugerimos algo assim.

Ninguém trabalha num ambiente como o da Perfetti, portanto não é VERDADE, mas 99% das pessoas GOSTARIA ou JÁ SONHOU em trabalhar em uma fábrica que fosse assim.

O que é mais forte: a realidade como ela é ou como deveria/gostaríamos que fosse?

Spam?

Sexta-feira, Julho 21st, 2006

Agências de propaganda fazem comunicação instigante ou spam, quando o assunto é mídia exterior?

Vejam esse videozinho que o Piers Fawkes, do PSFK, montou:

Pessoalmente acho que ele tem um pouco de razão, cidades com menos outdoors, faixas e coisas do gênero tendem a ser mais bonitas e existem maneiras mais interativas de comunicar, mas os exemplos que ele dá também ajudam a quebrar um pouco a monotonia do dia-a-dia.

Tosco mesmo são outdoors de institutos de depilação, partido político, etc. (e se ele acha que essas coisas que ele mostrou são um absurdo do spam, é porque nunca veio a SP, que é muito pior).

E você, tem opinião?

Cafeína relacionada:
Exaustão midiática
Publicidade 2.0
Moda e Mídia em Milão
Branded Barraquinhas

Deixa rolar…

Sexta-feira, Julho 21st, 2006

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Alguém se lembra dos sonhos (im)possíveis? Pois é. Quem nunca sonhou em embarcar em uma bola de sabão e sair voando por aí? Na Nova Zelândia já é possível ter uma experiência semelhante com o Zorb.

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A brincadeira é simples: você entra dentro de uma bola gigante de plástico e se joga montanha abaixo. A bola vai rolando, e você vai dentro pirando. Bom… como uma imagem vale por mil palavras, é mais fácil você assitir a esse vídeo, e depois, dá uma espiada nessas fotos incríveis do Flickr.

Que marca poderia fazer isso aqui no Brasil?

Fachada de um milhão de dólares

Quinta-feira, Julho 20th, 2006

Vocês ouviram falar da “Home Page de Um Milhão de Dólares“?

Basicamente foi uma idéia de um inglês que tava sem grana para pagar a universidade e fez uma homepage com 1 milhão de pixels e botou cada pixel à venda por US$ 1, para quem quisesse anunciar lá e colocar um link para a página principal.

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Bem, o cara vendeu tudo, virou mania, chegou a ser a 7ª página mais acessada pelo Google e levantou 1 milhão de dólares.

Com um case tão fantástico assim, surgiram milhares de cópias, todas na net. Mas como vem acontecendo bastante ultimamente, a idéia pulou do virtual para ao real.

Veja só o que o Instituto Sandberg, que oferece cursos de artes e design na Holanda, fez com a sua fachada:

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Eles estão vendendo espaço para propaganda na sua fachada utilizando o mesmo conceito, só que dizem que isso é uma espécie de intersecção entre “arte comercial” e “arte crítica”. Bom, para mim é desculpa, querem ganhar grana, mas pelo menos é interessante.

Na próxima reunião de condomínio do meu prédio vou sugerir fazer isso. Nunca mais vou pagar condomínio. E se alguém aí quiser abrir uma empresa de mídia exterior (não em SP), só para fazer isso, tô dentro.

Leia mais sobre a Million Dollar Homepage no Wikipedia, é demais.

Via marketallica

Queremos um estagiário!

Quarta-feira, Julho 19th, 2006

Estamos selecionando um(a) estagiário(a) aqui para o planejamento da Lowe. Basicamente a pessoa selecionada vai trabalhar com marcas como Axe, Close-Up, Renault, Doriana, Omo, Rexona, Becel, J&J e outras contas legais.

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O processo foi montado para valorizar a capacidade de desenvolvimento de idéias dos participantes e também a habilidade em utilizar maneiras inspiradoras de transmiti-las. Por isso mesmo a gente vai utilizar o Cafeína como base para o processo.São basicamente 3 partes, que funcionam assim:

1) Escolha os 5 posts do Cafeína que você mais gostou e escreva em poucas linhas porque você gosta deles

2) Pegue um desses posts e desenvolva o assunto. Faça uma “reportagem” interessante, adicione novos ângulos, tenha uma opinião.

3) Escreva um post inédito. Tem que ser interessante, sobre um assunto relevante para o nosso trabalho. (lembre-se que planejamento não é só referência criativa, vivemos de idéias)

Importante:

- Lembre-se que idéias ganham força quando estão organizadas de maneira inspiradora, portanto considere ir além do Word e do Powerpoint.

- Valorizamos objetividade, não precisa escrever um tratado sobre os assuntos.

- Você deve enviar o seu trabalho até o dia 31 de Julho para o e-mail: planejamento.brasil@loweworldwide.com

- Os seus arquivos não devem exceder 10 megas.

Os donos dos cinco melhores trabalhos serão chamados para uma entrevista aqui na Lowe e terão seus posts publicados no Cafeína.

Ah, e por razões legais só podem participar alunos matriculados na graduação de alguma universidade que tenha convênio com o CIEE.