Hoje saiu uma matéria no NYT (chique, hein?) sobre alguns esforços das agências de propaganda para conseguir entender melhor para onde estão indo as tendências culturais e hábitos de consumo, de modo a gerar insights legais mesmo. Nem são coisas que exigem muito tempo e grana para implementar, mas aposto que dá um caldo.
Como bem disse a diretora de planejamento da DDB Dinamarca, “focus groups só prestam para confirmar alguma coisa que a gente já sabe, pois os consumidores não são especialistas no seu comportamento de compra, eles preferem prestar atenção em outras coisas como a família ou o tempo”, ou seja, difícil ter um insight inovador e poderoso de um jeito em que não dá para indentificar porque se faz uma coisa e não outra.
Só um gostinho das coisas novas:
A DDB tá estreando o SignBank. Os funcionários da agência, no mundo inteiro vão mandar “sinais” de coisas que são tendências relevantes em diversas áreas. Certamente alguém vai digerir tudo e disponibilizar para a rede.
Já a Leo Burnett começou uma espécie de “Taxinterview”. O pessoal deles na Ásia reparou que taxistas andam pelas cidades vendo todo os tipos de coisas e andam com todo o tipo de gente o dia inteiro. Essa é a profissão deles. Então pegaram 300 taxistas de 10 cidades e ficaram conversando com os caras sobre o que eles tem notado de mudanças que o desenvolvimento econômico tá levando a essas cidades. Interessante pra caramba. Pelo jeito deve ter dado certo pq eles tão pensando em expandir o projeto para outros continentes.
Outra coisa louca é que eles falam do “Counsel” da Lowe. O fogo é que depois que o Tony Wright falou sobre esses caras num daqueles e-mails dele (faz tempo) nunca mais tinha ouvido falar. O que diabos será que esses caras tão fazendo?
Bom, dê uma chegada lá